Aprendizes da evolução

"Ora somos mestres, ora somos aprendizes, todos temos algo a ensinar e todos temos algo a aprender. "


















quarta-feira, 3 de março de 2010

Buscando o equilíbrio.

Quando nos retratamos a falar de convivência, devemos nos conscientizar que entraremos no campo social. Ter amigos, companheiros, paqueras, filhos, colegas rega nossa emoção de prazeres, mas, não diferente, causa irritações por parte de alguns. Temos pontos de vista distintos, atitudes egoístas e agressivas, criamos antipatia por aqueles que tentam entrar no nosso espaço, ou pelo simples fato de não admitirmos que não há limites, e que o espaço é de todos, que todos têm o direito de revelar seus néctares. Assim, temos um convívio harmonioso e, ao mesmo tempo, um clima pesado no caldeirão das emoções sociais. Como poderíamos viver em algum local isentos de riscos? Isso não é possível.
Costumo dizer que para termos uma convivência suave, um equilíbrio emocional e uma paz interior devemos acreditar no bem da existência e amar, sem medo, simplesmente amar. Encarar que o próximo perde a coerência em momentos de tensão, e que em vez de condenar, como os fracos almejam fazer, devemos nos colocar no lugar do frágil, tentar compreende-las e, muito mais importante, tentar perdoá-las pelo erro cometido. "Perdoe-a e você ficará livre dela. Odeie-a e ela dormirá com você e perturbará seu sono.
"

Gilson Augusto®

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